|
Quarta-feira, 10 de Março de 2010 -
Centro de Estudos da Cultura e do Meio Ambiente da Amazônia - Rioterra
|
||
|
Rua: Major Amarante, 727, Arigolândia
Fone: (55)(69) 3223-6191 E-mail: rioterra@hotmail.com Porto Velho - Rondônia - Brasil Visitas: 14.438
|
Estudo de Ictiofauna no Sudoeste da Amazônia
Grandes sistemas aquáticos suportam uma grande diversidade íctia (de peixes) e tem sido fortemente estudado, entretanto, pouco se sabe sobre as redes de igarapés sua ictiofauna sua importância na formação de sistemas mais complexos e os mecanismos que sustentam e limitam a diversidade nestes locais. Assim, estudos nas áreas de nascentes e cabeceiras de tributários de grandes rios são imprescindíveis para o conhecimento da dinâmica destes sistemas com características tão peculiares. Atualmente, estudos desenvolvidos sobre peixes em microbacias demonstram que a diversidade diminui em direção as nascentes dos tributários, onde condições de alimentação e refúgio são mais limitadas, em especial durante o período de seca. No entanto há uma alta incidência de espécies endêmicas. Ainda com relação à dinâmica de igarapés é importante ressaltar que a diversidade independe da dimensão dos trechos amostrados. Isso evidencia a importância de se intensificar estudos relacionados à estas comunidades em diferentes microbacias dentro de uma mesma região. Nessa perspectiva, o Centro de Estudos Rioterra desenvolve pesquisas no sudoeste da Amazônia principalmente, em tributários do rio Madeira, para conhecer a dinâmica das assembléias de peixes. O trabalho permitirá maior compreensão a respeito dos mecanismos que promovem e mantém a riqueza íctia de igarapés desta região na Amazônia. Os estudos realizados nos rios Maici, Ipixuna, Caracol (bacia do Madeira), Tapagem (bacia do Jamari), Prainha, Pedra, Cristal, Serra Vermelha, Taboca e Lourdes (bacia do Machado) são importantes ferramentas para o planejamento do uso deste recurso. Nosso objetivo é inventariar a ictiofauna e levantar dados sobre a ecologia de espécies dos igarapés no sudoeste da Amazônia, como forma de contribuir para o manejo adequado, observando a capacidade de suporte e, consequentemente, garantir sustentabilidade no uso das áreas.
|
EnquêteVocê considera a política ambiental do governo estadual |